NÃO QUERO:
PAGAR A GANÂNCIA DO SISTEMA FINANCEIRO!
PAGAR A CORRUPÇÃO DA CLASSE POLITICA!
UMA VIDA DE “METRO, TRABALHO, SEPULTURA”!
Nós pagámos os seus lucros, mas não queremos pagar a sua crise!
Tal como Diogenes, ando á procura do Homem... Até o encontrar, o cinismo é a arma para acordar a Humanidade do marasmo.
NÃO QUERO:
PAGAR A GANÂNCIA DO SISTEMA FINANCEIRO!
PAGAR A CORRUPÇÃO DA CLASSE POLITICA!
UMA VIDA DE “METRO, TRABALHO, SEPULTURA”!
Nós pagámos os seus lucros, mas não queremos pagar a sua crise!
€716 milhões- custo da moradia de 27 andares, construída pelo 4º homem mais rico do mundo, Mukesh Ambani. A moradia tem 9 elevadores, parque de estacionamento para 170 carros, cinema, spa, ginásio, piscinas, jardins suspensos, 3 heliportos. Quando a esposa fez 44 anos, em 2007, o marido ofereceu-lhe um avião Airbus no valor de €43 milhões. Revista Visão
“Os cortes nos salários da função pública são aceitáveis?
Pois claro que são. Não aceito os argumentos de que é a função pública que está a pagar a crise, porque o sector privado já está a pagar há muito”, diz Mira Amaral. jornal Público
Qual a moral desta besta quadrada que aufere uma reforma milionária de €18 mil da CGD por meia dúzia de anos de trabalho e agora é administrador de um banco porque foi ministro?
Eduardo Catroga defende não só que os salários devem ser cortados como muitos deles devem deixar de ser funcionários públicos. jornal Público (19/10)
Um diz mata, o outro diz esfola…
Afinal, descobri que o país não é soberano. Existem uns tipos anónimos, que não se conhece a cara ou o nome, mas apenas a sua nomenclatura colectiva: mercados. Quem são, o que são, poucos sabem, mas têm sido referenciados múltiplas vezes para justificar a necessidade de implementar decisões draconianas de austeridade ou forçar entendimentos para o orçamento. Decidimos em função do que os mercados querem. Não elegemos os mercados mas pelos vistos, eles é que mandam no país.
Alguém viu uma soberania por aí?
Quando a ministra da saúde numa conferência defende o aumento da idade da reforma argumentando que a esperança média de vida é maior, e portanto as pessoas ao viverem mais tempo se mantêm produtivas mais anos, revela uma desonestidade cientifica indigna de uma pessoa com formação académica. Qualquer pessoa com formação científica superior sabe que o problema actual da sociedade não é a pessoa viver mais tempo mas envelhecer sem qualidade de vida. Vive-se mais tempo mas não com condições mentais e fisiológicas de quando se era jovem. E por isso, uma pessoa com 70 anos não tem a mesma produtividade de quando tinha 35-40 anos. Deste modo, viver mais anos não significa ser mais produtivo mais anos porque o organismo ao envelhecer perde qualidades fisiológicas. Portanto, quando existir um processo que permita a um indivíduo na 3ª idade manter as mesmas qualidades fisiológicas de quando era jovem, então é legitimo ponderar no aumento da idade da reforma. O principio da pensão de reforma baseia-se na constatação que o individuo ao envelhecer, diminui a sua produtividade por motivos fisiológicos e portanto, é considerado inútil num sistema económico fundamentado na produção e consumo, pelo que se permite que possa terminar a sua vida de uma forma digna oferecendo-lhe um rendimento.
Concluindo, defender o aumento da idade da reforma com o argumento do aumento da esperança de vida, é uma falácia científica e uma desonestidade politica.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/150-mil-euros-em-festa022006613
http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1681555
A corrupção governamental aliada à corrupção do mercado financeiro, tornam a população equivalente aos escravos no passado. Portanto, somos escravos que sustentamos as elites e grupos que dominam e gravitam no poder.
O orçamento de Estado é um apetecível cofre que só é acessível a quem conquistar o poder politico e portanto, a disputa entre os vários personagens políticos para ocupar o lugar de poder não é por nutrirem sentimentos altruístas pela população ou país mas pelo apetite egoísta e ganancioso de controlar um imenso pote de dinheiro fácil de obter através da coacção sobre os habitantes do território, que leva ao enriquecimento rápido de uma minoria.
Deste modo, enquanto o modelo económico for o do capitalismo e economia de mercado, vão recorrentemente ocorrer crises financeiras originadas por fraude e manipulação do mercado.
1- A lei permite o não pagamento de impostos sem penalização (até €7500). Se multiplicar pelo país inteiro, quantos euros não entram nos cofres do Estado?
2- A justiça é uma lotaria que depende da interpretação arbitrária do juiz.
3- E já agora, a crise NUNCA é para todos:
http://www.publico.pt/Mundo/excomissarios-europeus-escapam-a-austeridade_1457635
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/frota-de-luxo-na-aguas-de-portugal214802760
O caso é o seguinte: há uma lei que prevê um crime chamado “abuso de confiança fiscal”, crime que consiste em não entregar ao Estado impostos retidos a terceiros (e.g. IVA ou IRS retido a trabalhadores). A lei foi alterada diversas vezes, sendo que, em resultado de cada alteração, se tornou menos exigente quanto aos pressupostos necessários para a verificação de tal crime. A mesma lei prevê outro crime, em tudo idêntico, denominado “abuso de confiança contra a segurança social” (basicamente, a não entrega à segurança social da parte retida aos trabalhadores). O artigo que regula o segundo tipo de crime tem várias remissões para o artigo que regula o primeiro.
Com a Lei do Orçamento de Estado para 2009, a lei foi alterada, passando a constituir crime de abuso de confiança fiscal apenas a não entrega de impostos de montante superior a 7500 euros e alterando-se alguns números do artigo que o regula. Não se alterou, porém, o artigo respeitante ao crime de abuso de confiança contra a segurança social, do que resultou, entre outras consequências, a remissão para um número que deixou de existir…
Alguns tribunais entenderam que aquele limite mínimo se deveria aplicar também ao crime de abuso contra a segurança social, absolvendo os arguidos acusados pela prática de tal crime por valores inferiores aos 7500 euros. Outros, porém, continuaram a condenar arguidos acusados de abuso de confiança contra a segurança social, mesmo estando em causa valores inferiores àquele limiar.
A questão foi agora objecto de apreciação pelo STJ, que decidiu continuar a ser crime a não entrega de contribuições para a segurança social de valor inferior a 7500 euros.
Mas a decisão não foi pacífica: dos 18 Conselheiros que votaram o acórdão, 8 votaram contra (sustentando que não devia considerar-se crime).
Para além dos complexos raciocínios jurídicos invocados para sustentar uma e outra posição, a consequência prática é esta: há pessoas condenadas, por vezes a prisão efectiva, por um comportamento que alguns tribunais entendem ser crime. E há outras que, pelos mesmíssimos comportamentos, são absolvidos noutros tribunais. Ser ou não se preso não depende do que se fez, mas da sorte (ou do azar) de o processo ser distribuído a determinado juiz ou colectivo de juízes. Porém, a culpa não é (só ou sobretudo) dos tribunais: é de um legislador inepto.
Qualquer serviço bancário actualmente prestado pela banca é alvo de pagamento de uma comissão. É uma realidade que não é de hoje, mas que ganha particular destaque face aos constantes aumentos que estas comissões têm sofrido, bem como às críticas recentes sobre o carácter abusivo de algumas delas.
Em nome da transparência, os bancos são obrigados a divulgar toda e qualquer comissão que cobram. Desde o início do ano, têm de fazê-lo de forma exaustiva e online. Resultado: cada banco publica um preçário com mais de cem páginas, de tal forma extenso que compromete o objectivo que esteve na base da sua criação, ou seja, a transparência.
Em entrevista ao DN, na semana passada, o secretário-geral da Deco - Associação de Defesa do Consumidor, Jorge Morgado, convidava os leitores a consultarem um preçário e a testarem se de facto ficavam elucidados sobre todos os custos existentes. Foi o que fizemos e o resultado foi a detecção de um vasto leque de comissões complexas, elevadas e outras ainda de actividades colaterais à própria actividade bancária.
O crédito à habitação é, de facto, o grande "filão" bancário no que respeita à cobrança de comissões. Sendo este o negócio central da banca de retalho, e face ao esmagamento das margens financeiras nos últimos anos, os bancos alargam a prestação de serviços conexos à compra de casa e taxam-nos cada vez mais.
É precisamente no segmento do crédito à habitação que nos deparámos com a comissão mais alta inscrita num preçário: 721,15 euros, cobrados pela Caixa Geral de Depósitos (CGD), por estudo e montagem de um empréstimo desta natureza, a quem comprar habitação secundária, ao abrigo do programa Live in Portugal. A comissão normal pelo mesmo serviço é de 221,15 euros.
É na CGD que encontramos aquela que pode ser classificada como a comissão mais "transparente": são os 100 euros cobrados a quem solicitar a "renúncia ao ónus de inalienabilidade ou outros ónus"...
No campo daquelas que nos fazem sorrir, destacamos duas: o "reenvio de correspondência devolvida (por envio)" retira ao saldo do cliente mais desatento 15 euros. Por outro lado, aos clientes do Millennium bcp que comprem casa através de leasing (poucos, é certo), o banco aplica uma comissão de 150 euros a quem pedir "autorização para representação em assembleia de condomínios". A maioria dos clientes pagaria para não ir a esta reunião...
No segmento de despesas de manutenção de contas à ordem, detectámos que o Banco BPI aplica uma comissão de 15 euros sobre "contas paradas". A CGD, por seu lado, tem a já famosa comissão de 5 euros por pedido de "informação verbal". A par desta, quem for levantar dinheiro da sua conta ao balcão sem cheque ou caderneta (apenas com BI) paga 3,70 euros também na CGD.
No campo das boas práticas, encontramos no Santander Totta um preçário especial, com muitas isenções na renegociação de dívidas para clientes desempregados. Mas este banco, contudo, alarga a sua prestação de serviços à administração de propriedades e cobra 36,14 euros pela "mostragem de habitação para arrendamento".
O Banco Espírito Santo (BES) divulga no seu preçário uma comissão de 85 euros por "deslocação do funcionário para entrega do distrate", ou seja, o documento que comprova o pagamento integral de uma dívida. De salientar que este banco é o único, entre os cinco grandes, que aplica comissões a pagamentos online, embora com muitas excepções.
“O que faz um deputado federal? Na realidade, eu não sei mas vota em mim que depois te conto. Vote no Tiririca, pior do que tá não fica.” E com isto um palhaço profissional analfabeto foi eleito deputado no Brasil!...
Um grito de protesto de um povo, que à semelhança do povo português, está exausto da corrupção endémica que grassa no governo. Ao menos, permitem a que alguém humilde e pobre tenha um melhor nível de vida…
Todos os comentadores e analistas, bem como os governantes e outros grupos ligados ao poder, que opinam nos meios de comunicação social sobre assuntos económicos, têm duas características comuns:
- são da classe média-alta ou alta
- defendem o capitalismo de mercado
Neste contexto, é óbvio que para eles é fácil defender decisões que pioram as condições de vida das classes média, média-baixa e baixa, já que a sua qualidade de vida não será afectada. Se o comunismo se revelou incapaz para sustentar um modelo económico justo, o que é preciso para definitivamente assumir que o capitalismo também é incapaz? Ao longo do séc. XX e na última década não se evidenciaram provas mais do que suficientes de que o capitalismo gera imensas injustiças sócio-económicas?
Chegou o momento para se mudar o paradigma económico, criar outro modelo, mas as forças que se alimentam do actual modelo obviamente que não estão interessadas na mudança.
A economia de mercado capitalista é um avião que funciona com 2 motores que impulsionam o crescimento económico: consumo e exportação. Com as medidas de austeridade o consumo vai diminuir drasticamente; como no estrangeiro o incentivo ao consumo também diminuiu, significa que a exportação não vai aumentar.
Se o défice público é a prima-dona e o leitmotiv da sociedade actual, então proponho duas alternativas para o resolver:
1- Extinguir o SNS, Segurança Social e Educação.
ou
2- Criar centros de eutanásia para os doente crónicos, deficientes e maiores de 65 anos.
Na prática com as medidas de austeridade impostas está-se subrepticiamente a aplicar ambas alternativas, pois implicitamente é essa a mensagem que é transmitida: reformados, doentes e funcionários públicos são um peso financeiro na sociedade e, portanto, inúteis.
Neste contexto, tenho mais respeito pelo Hitler, que assumia frontalmente as suas ideias, do que por estes hipócritas de políticos que pensam e fazem como ele mas dizem o contrário.
Seja empresário ou político, seja no sector privado ou público, eis a cultura que devia existir e que leva uma organização ao sucesso:
One of the most striking Internet success stories in recent years is Zappos, the $1+ billion e-commerce business which was bought last year by Amazon.
But, as is often the case, the Zappos empire was not created overnight. Ten years ago, the online retailer known for selling shoes was actually desperate for sales. It wasn’t until a young Tony Hsieh came aboard in 1999 -- as a business consultant and investor -- did that all begin to change.
Hsieh’s unorthodox approach to company culture turned Zappos not only into a very lucrative business, but one beloved by customers and employees alike. He was named CEO in 2000 and attributes Zappos’ success to sticking by the company’s core values, which were designed to make employees happy.
“Our number one priority at Zappos is company culture. Our belief is that if we get the culture right most of the other stuff like delivering great customer service or building a long-term enduring brand for the company will happen naturally on its own,” says Hsieh who is also the author of a new book “Delivering Happiness: A Path to Profits, Passion and Purpose.”
(…) He must be on to something: Fortune magazine named Zappos #15 on its annual ranking of “Best Companies to Work For” at the beginning of the year.
Zappos named him CEO and he did what he set out to do. Hsieh grew the company that had nearly non-existent sales when he started, to over $1 billion in sales today.
His guiding principle: Happiness. When you enjoy what you do and where you work, great things will happen.
“We have 10 core values at Zappos. We try to do is hire people whose personal values match their corporate values,” says Hsieh while also stressing the importance not hiding or holding back who you are outside of the office. “It is about being yourself in the office because we found that when true friendships are formed, that is when creativity really blossoms (in our employees) and great ideas come out, which is what has driven our growth.”
The company will not hire anyone who does fit within their corporate culture.
“One our values is to be humble, and that is the one that trips us up most during the hiring process. There are a lot of smart people out there that are also egotistical and for us it is not a question, we just won’t hire them,” says Hsieh.
In the same vein, the company will fire employees who do not live up to those standards.
Often, when growing companies are acquired by much-larger ones, such cultures are destroyed, as the acquirer seeks to wring out the "synergies" used by financial folks to justify the acquisition. [mega-agrupamentos?!]
But that's not so in this case, Hsieh says. Before Amazon and Zappos agreed to their deal, Amazon signed a document saying it would let Zappos continue to do its own thing. And Hsieh says Amazon has honored that commitment.
Tem sido implementado exactamente o oposto: mau ambiente, competição feroz entre colaboradores, comportamentos humilhantes, o individualismo…
...e consequentemente o insucesso...
Uma vez, quando desempenhava funções públicas, Confúcio mandou enforcar um aristocrata considerado perigoso para o Estado. E justificou a sua decisão:
- pior do que furto e roubo é a atitude de insubordinação associada à astúcia
- um carácter mentiroso associado à tagarelice
- uma memória do escandaloso associada a conhecimentos por toda a parte
- e o consentimento da injustiça associada à sua dissimulação.